Janelas Para a Tempestade
É estranho como a felicidade pode ser tão frágil. Um dia, eu estava sorrindo com você. No outro, tudo virou silêncio.
É estranho como a felicidade pode ser tão frágil. Um dia, eu estava sorrindo com você. No outro, tudo virou silêncio.
A dor da traição, o colapso da confiança e a sensação de ser apenas uma frágil casa de cartas sustentada por ilusões.
Uma reflexão íntima sobre como a escrita se transforma em máquina do tempo, revivendo memórias, sentimentos e lições através das palavras.
Um desabafo íntimo sobre a ausência de alguém que ainda ocupa cada gesto digital. Entre apps abertos e janelas fechadas.
Entre conexões quebradas e silêncios que gritam, nasce a pergunta que ninguém quer enfrentar: e se o tóxico sempre fui eu?
Sinto que passo a vida como um observador distante, desconectado de tudo — menos da dor. É nela que sempre estou presente. Talvez seja karma, talvez só castigo.
Um texto profundo sobre a saudade, esse sentimento que dói e encanta, marcando a alma com lembranças que resistem ao tempo.
Uma reflexão profunda sobre karma, dor e aceitação. Um desabafo sincero de quem compreende os dois lados da vida — o de quem fere e o de quem é ferido.
Mesmo à distância, mesmo com os silêncios, mesmo em espera, vou continuar te amando.
Escrever é revelar a alma — entre luz e sombra, palavras bonitas ou ruins, cada texto é um reflexo sincero do que sentimos por dentro.