Produto, Não Pessoa
Eu sou um produto pra vocês e útil enquanto render alguma coisa. Não somos uma família.
Eu sou um produto pra vocês e útil enquanto render alguma coisa. Não somos uma família.
Erros do passado se refletem no futuro, mas não o determinam.
O quase não precisa de muito para existir — basta um segundo de hesitação. E pronto: nasce um infinito.
Sinto tudo com intensidade demais. Pequenas coisas permanecem, ganham peso, ocupam espaço.
O luto emocional não é sempre uma experiência inédita, quando se repete, ensina.
Prefiro ficar chateado com a verdade do que magoado pela mentira. Doía menos saber.
Um tipo de presença que acolhe, resolve, protege. Nesse espaço, construiu-se uma sensação rara: segurança.
Ciclos interrompidos deixam uma sensação estranha: não é exatamente perda, nem exatamente fracasso.
Este ano obrigou-me a olhar para mim com uma honestidade que eu adiei durante muito tempo. Não foi um processo linear e nem sempre foi confortável.
Crescemos num mundo onde falar é importante, que expressar opiniões é saudável, que “quem se cala consente”. Mas não se fala de quem comunica de outra forma.