Herança do Nada
Não há pranto, não há raiva, não há nada — apenas a quietude de quem observa à distância sem saber como reagir, a herança do nada.
Pequenas histórias que nascem do silêncio e se transformam em mundos. Narrativas (narração) breves, mas que carregam ecos longos.
Não há pranto, não há raiva, não há nada — apenas a quietude de quem observa à distância sem saber como reagir, a herança do nada.
Só não posso afirmar ainda que já te amo, porque o amor, apesar de urgente em mim, também merece tempo.
E assim, mesmo separados, eram parte um do outro — o vento que sonhava, e a estrela que iluminava os seus sonhos.
Hoje foi um desses dias… sei lá.
Acho que a dor é a prova de que algo valeu a pena e a morte, a maior prova de amor.
Por trás dessa fachada, carregamos um peso invisível.
Perguntei o que havia, e teu sorriso, tão lindo quanto evasivo, disse que nada.
Encanto é isso: quando a alma reconhece a beleza, mesmo no silêncio, mesmo na simplicidade.
Uma reflexão íntima sobre como a escrita se transforma em máquina do tempo, revivendo memórias, sentimentos e lições através das palavras.
Um texto profundo sobre a saudade, esse sentimento que dói e encanta, marcando a alma com lembranças que resistem ao tempo.