Viver No Modo Automático
O modo automático chega devagar. Primeiro por cansaço. Depois por hábito. Depois porque simplesmente já não tens energia para pensar no que sentes.
Fragmentos de alma colocados no papel. Desabafos, confissões, perguntas que talvez não tenham resposta.
O modo automático chega devagar. Primeiro por cansaço. Depois por hábito. Depois porque simplesmente já não tens energia para pensar no que sentes.
Vamos falar daqueles que começaram a trabalhar antes do tempo. Daqueles que, ainda jovens, sentiram a obrigação de ajudar em casa, com as contas.
Sou um talvez, na vida, nos relacionamentos, no trabalho, nas amizades, na família.
Tudo tem solução até o desconhecido e se por acaso não tiver solução, talvez não seja um problema, mas apenas o rumo natural da vida.
E hoje, somos estranhos com memórias. És alguém que já foi tanto, e que agora é tão pouco. Caminhamos como se nunca tivéssemos dividido parte das nossas vidas.
Nem todos os dias precisam ser bons, nem todo dia é sol.
Gostava de não ter sido marcado por tanta gente. Amores, amigos, companhias de passagem. Queria ainda ser um livro em branco, ser um começo.
Por ironia da vida, é mais fácil aprender a amar e valorizar alguém quando já não a temos, ou quando estamos prestes a perdê-la.
A paz de ser suficiente é o ponto de encontro entre consciência e aceitação.
Dar voz à dor é aceitar que sofrer faz parte da vida. Todos, em algum momento, passamos por perdas, falhas ou ausências que nos deixam marcas.