O Dia Não Encurtou, Nós É Que Nos Enchemos
Um dia “cheio” parece um dia válido; um dia calmo, quase vazio, surge como desperdício. É aqui que a relação com o tempo se torna desequilibrada.
Um dia “cheio” parece um dia válido; um dia calmo, quase vazio, surge como desperdício. É aqui que a relação com o tempo se torna desequilibrada.
Chega um momento em que a promessa deixa de criar expectativa. Cria apenas desconfiança. Promessas não cumpridas magoam.
Quando percebemos que ninguém carrega a nossa história por nós, que ninguém vive a nossa dor como nós, que ninguém se detém verdadeiramente no que sentimos…
É quase poético: o caos que sentes é literalmente o teu cérebro a reorganizar-se para aprender algo belo.
O modo automático chega devagar. Primeiro por cansaço. Depois por hábito. Depois porque simplesmente já não tens energia para pensar no que sentes.
No fundo, ser estrangeiro é aprender a encontrar lar nas pessoas, não nos lugares.
Vamos falar daqueles que começaram a trabalhar antes do tempo. Daqueles que, ainda jovens, sentiram a obrigação de ajudar em casa, com as contas.
Sou um talvez, na vida, nos relacionamentos, no trabalho, nas amizades, na família.
Não quero mais ser o culpado preferido de ninguém. Se te faz sentir melhor acreditar que fui eu o problema, então fica com essa ideia.
Tudo tem solução até o desconhecido e se por acaso não tiver solução, talvez não seja um problema, mas apenas o rumo natural da vida.