Entre Silêncios e Cicatrizes
Há um momento, entre o silêncio e o caos, em que tudo parece se alinhar dentro de nós, mesmo deixando cicatrizes.
Há um momento, entre o silêncio e o caos, em que tudo parece se alinhar dentro de nós, mesmo deixando cicatrizes.
As pessoas sorriem, trabalham, amam, brigam — e nós, aqui dentro, tentando decifrar o que significa ser humano.
Por trás dessa fachada, carregamos um peso invisível.
Perguntei o que havia, e teu sorriso, tão lindo quanto evasivo, disse que nada.
Acho que a gente busca tanto essa serenidade porque, no fundo, todo mundo quer um lugar seguro dentro de si.
Talvez seja isso que nos torna humanos: essa dança constante entre o tempo e o coração.
Eu escrevo sentimentos, o que eu vejo, o que eu sinto, o que eu ouço, o que eu vivo e até o que eu gostaria de viver, sem filtros, sem molduras, sem vergonha.
Um sentimento bom é aquele que aquece o peito sem motivo, silencioso e repentino, como um raio de sol a atravessar as nuvens num dia cinzento.
Encanto é isso: quando a alma reconhece a beleza, mesmo no silêncio, mesmo na simplicidade.
Ela é o fio invisível que costura o ontem ao hoje, fazendo com que, mesmo em meio à correria, a gente pare um instante… só para sentir.