Sou a Culpa Que Ficou
Fui a queda sem aviso, o erro em carne e osso, o abraço que apertava demais, o silêncio que pedia socorro.
Fui a queda sem aviso, o erro em carne e osso, o abraço que apertava demais, o silêncio que pedia socorro.
É cruel o quanto tudo se transformou num piscar de olhos. O doce virou fel. O leve virou peso.
É estranho como a felicidade pode ser tão frágil. Um dia, eu estava sorrindo com você. No outro, tudo virou silêncio.
A dor da traição, o colapso da confiança e a sensação de ser apenas uma frágil casa de cartas sustentada por ilusões.
Falar em público pode ser um desafio gigante, como o palco invisível que precisamos enfrentar com coragem e autenticidade, superando nossos medos.
Uma reflexão íntima sobre como a escrita se transforma em máquina do tempo, revivendo memórias, sentimentos e lições através das palavras.
Um desabafo íntimo sobre a ausência de alguém que ainda ocupa cada gesto digital. Entre apps abertos e janelas fechadas.
Entre conexões quebradas e silêncios que gritam, nasce a pergunta que ninguém quer enfrentar: e se o tóxico sempre fui eu?
Sinto que passo a vida como um observador distante, desconectado de tudo — menos da dor. É nela que sempre estou presente. Talvez seja karma, talvez só castigo....
Um texto profundo sobre a saudade, esse sentimento que dói e encanta, marcando a alma com lembranças que resistem ao tempo.