Viver uma vida simples não é necessariamente viver com pouco, mas viver com o suficiente. É escolher o essencial em vez do excesso, e valorizar mais a qualidade do que a quantidade.
É acordar sem pressa, com tempo para sentir o sol a entrar pela janela. É preparar uma refeição caseira, saboreando o processo e não apenas o resultado. É andar a pé, ouvir o som das ruas, reparar nos detalhes que a correria esconde.
Na vida simples, o tempo tem outro peso: lê-se mais, conversa-se com calma, ouve-se música sem pressa de trocar de faixa. Não é ausência de ambição, mas presença de clareza — saber o que realmente importa.
Viver de forma simples é libertar-se de distrações desnecessárias, dar espaço ao silêncio, ao descanso, ao afeto. É encontrar alegria em pequenas coisas: um café quente, um livro, um abraço, um pôr do sol.
No fundo, é trocar o “ter tudo” pelo “ter paz”.