O quase é só um ponto de interrogação infinito
O quase não termina. Ele ecoa. É a palavra que ficou presa na garganta, o gesto interrompido, a coragem que chegou atrasada. O quase não precisa de muito para existir — basta um segundo de…
Pensamentos que se alongam, exploram caminhos e se perdem de propósito. Aqui, escrever é também questionar, é um ensaio.
O quase não termina. Ele ecoa. É a palavra que ficou presa na garganta, o gesto interrompido, a coragem que chegou atrasada. O quase não precisa de muito para existir — basta um segundo de…
Sinto tudo com intensidade demais. Pequenas coisas permanecem, ganham peso, ocupam espaço.
O luto emocional não é sempre uma experiência inédita, quando se repete, ensina.
Um dia “cheio” parece um dia válido; um dia calmo, quase vazio, surge como desperdício. É aqui que a relação com o tempo se torna desequilibrada.
Chega um momento em que a promessa deixa de criar expectativa. Cria apenas desconfiança. Promessas não cumpridas magoam.
Não quero mais ser o culpado preferido de ninguém. Se te faz sentir melhor acreditar que fui eu o problema, então fica com essa ideia.
Tudo tem solução até o desconhecido e se por acaso não tiver solução, talvez não seja um problema, mas apenas o rumo natural da vida.
Por ironia da vida, é mais fácil aprender a amar e valorizar alguém quando já não a temos, ou quando estamos prestes a perdê-la.
A paz de ser suficiente é o ponto de encontro entre consciência e aceitação.
E, apesar de entender essa natureza, não deixa de ser duro assistir à forma como o egoísmo molda o mundo.