O Culpado Preferido
Não quero mais ser o culpado preferido de ninguém. Se te faz sentir melhor acreditar que fui eu o problema, então fica com essa ideia.
Pensamentos que se alongam, exploram caminhos e se perdem de propósito. Aqui, escrever é também questionar, é um ensaio.
Não quero mais ser o culpado preferido de ninguém. Se te faz sentir melhor acreditar que fui eu o problema, então fica com essa ideia.
Tudo tem solução até o desconhecido e se por acaso não tiver solução, talvez não seja um problema, mas apenas o rumo natural da vida.
Por ironia da vida, é mais fácil aprender a amar e valorizar alguém quando já não a temos, ou quando estamos prestes a perdê-la.
A paz de ser suficiente é o ponto de encontro entre consciência e aceitação.
E, apesar de entender essa natureza, não deixa de ser duro assistir à forma como o egoísmo molda o mundo.
Nem sempre somos os heróis da narrativa que contamos a nós próprios.
Todos os dias tento encontrar forças, mas o que mais sinto é saudade.
Não há pranto, não há raiva, não há nada — apenas a quietude de quem observa à distância sem saber como reagir, a herança do nada.
Quando mais precisas de calma, de segurança, de firmeza, ela chega, a protagonista indesejada.
Qual é, afinal, o verdadeiro preço de fazermos o que realmente queremos?