2025
Este ano obrigou-me a olhar para mim com uma honestidade que eu adiei durante muito tempo. Não foi um processo linear e nem sempre foi confortável.
Pequenas histórias que nascem do silêncio e se transformam em mundos. Narrativas (narração) breves, mas que carregam ecos longos.
Este ano obrigou-me a olhar para mim com uma honestidade que eu adiei durante muito tempo. Não foi um processo linear e nem sempre foi confortável.
Não quero mais ser o culpado preferido de ninguém. Se te faz sentir melhor acreditar que fui eu o problema, então fica com essa ideia.
E hoje, somos estranhos com memórias. És alguém que já foi tanto, e que agora é tão pouco. Caminhamos como se nunca tivéssemos dividido parte das nossas vidas.
Pois eu não sou o meu pior dia. Não sou apenas o cansaço, apenas o vazio, apenas a insuficiência, apenas o medo.
Quero ser tua calmaria em meio à tempestade, quero ser o amor que acolhe.
A insegurança não apareceu de repente; sempre esteve presente, apenas mais escondida.
Não há pranto, não há raiva, não há nada — apenas a quietude de quem observa à distância sem saber como reagir, a herança do nada.
Só não posso afirmar ainda que já te amo, porque o amor, apesar de urgente em mim, também merece tempo.
E assim, mesmo separados, eram parte um do outro — o vento que sonhava, e a estrela que iluminava os seus sonhos.
Hoje foi um desses dias… sei lá.