Presenças Que Criam Vínculo
Um tipo de presença que acolhe, resolve, protege. Nesse espaço, construiu-se uma sensação rara: segurança.
Fragmentos de alma colocados no papel. Desabafos, confissões, perguntas que talvez não tenham resposta.
Um tipo de presença que acolhe, resolve, protege. Nesse espaço, construiu-se uma sensação rara: segurança.
Ciclos interrompidos deixam uma sensação estranha: não é exatamente perda, nem exatamente fracasso.
Este ano obrigou-me a olhar para mim com uma honestidade que eu adiei durante muito tempo. Não foi um processo linear e nem sempre foi confortável.
Crescemos num mundo onde falar é importante, que expressar opiniões é saudável, que “quem se cala consente”. Mas não se fala de quem comunica de outra forma.
Um dia notamos que já não reagimos com a mesma pressa. Conseguimos escolher melhor onde colocar a nossa energia e sermos conduzidos pela nossa consciência.
Quando percebemos que ninguém carrega a nossa história por nós, que ninguém vive a nossa dor como nós, que ninguém se detém verdadeiramente no que sentimos…
É quase poético: o caos que sentes é literalmente o teu cérebro a reorganizar-se para aprender algo belo.
O modo automático chega devagar. Primeiro por cansaço. Depois por hábito. Depois porque simplesmente já não tens energia para pensar no que sentes.
Vamos falar daqueles que começaram a trabalhar antes do tempo. Daqueles que, ainda jovens, sentiram a obrigação de ajudar em casa, com as contas.
Sou um talvez, na vida, nos relacionamentos, no trabalho, nas amizades, na família.