Escrevo-me
Eu escrevo sentimentos, o que eu vejo, o que eu sinto, o que eu ouço, o que eu vivo e até o que eu gostaria de viver, sem filtros, sem molduras, sem vergonha.
Fragmentos de alma colocados no papel. Desabafos, confissões, perguntas que talvez não tenham resposta.
Eu escrevo sentimentos, o que eu vejo, o que eu sinto, o que eu ouço, o que eu vivo e até o que eu gostaria de viver, sem filtros, sem molduras, sem vergonha.
Ela é o fio invisível que costura o ontem ao hoje, fazendo com que, mesmo em meio à correria, a gente pare um instante… só para sentir.
É cruel o quanto tudo se transformou num piscar de olhos. O doce virou fel. O leve virou peso.
A dor da traição, o colapso da confiança e a sensação de ser apenas uma frágil casa de cartas sustentada por ilusões.
Uma reflexão íntima sobre como a escrita se transforma em máquina do tempo, revivendo memórias, sentimentos e lições através das palavras.
Entre conexões quebradas e silêncios que gritam, nasce a pergunta que ninguém quer enfrentar: e se o tóxico sempre fui eu?
Sinto que passo a vida como um observador distante, desconectado de tudo — menos da dor. É nela que sempre estou presente. Talvez seja karma, talvez só castigo.
Uma reflexão profunda sobre karma, dor e aceitação. Um desabafo sincero de quem compreende os dois lados da vida — o de quem fere e o de quem é ferido.
Mesmo à distância, mesmo com os silêncios, mesmo em espera, vou continuar te amando.
Eu quero ser feliz. E quero ter alguém com quem conversar.