Farás Falta
A tua ausência não é indiferente, nem pequena. Farás falta.
Ideias interrompidas, pedaços de algo maior. Fragmentos escritos que são como cicatrizes: incompletos, mas carregados de significado.
A tua ausência não é indiferente, nem pequena. Farás falta.
Porque no meio do caos que é o mundo, tu és a minha calma.
A única coisa que muda é que um dia, sem perceber, começamos a conviver com essa dor.
Um desabafo íntimo sobre a ausência de alguém que ainda ocupa cada gesto digital. Entre apps abertos e janelas fechadas.
Entre conexões quebradas e silêncios que gritam, nasce a pergunta que ninguém quer enfrentar: e se o tóxico sempre fui eu?
Sinto que passo a vida como um observador distante, desconectado de tudo — menos da dor. É nela que sempre estou presente. Talvez seja karma, talvez só castigo.
Escrever é revelar a alma — entre luz e sombra, palavras bonitas ou ruins, cada texto é um reflexo sincero do que sentimos por dentro.
Para mim, a morte, por mais dura que seja, é a última face do amor.