A Última Face do Amor
Para mim, a morte — por mais dura que seja — é a última face do amor.
Fragmentos de alma colocados no papel. Desabafos, confissões, perguntas que talvez não tenham resposta.
Para mim, a morte — por mais dura que seja — é a última face do amor.
A sentença ecoa com uma intensidade paradoxal: “A Morte é a Maior Prova de Amor”.
Há dias em que me sinto transparente aos olhos do mundo, como águas cristalinas exibindo reflexos.
Há um momento, entre o silêncio e o caos, em que tudo parece se alinhar dentro de nós, mesmo deixando cicatrizes.
As pessoas sorriem, trabalham, amam, brigam — e nós, aqui dentro, tentando decifrar o que significa ser humano.
Por trás dessa fachada, carregamos um peso invisível.
Perguntei o que havia, e teu sorriso, tão lindo quanto evasivo, disse que nada.
Talvez seja isso que nos torna humanos: essa dança constante entre o tempo e o coração.
Eu escrevo sentimentos, o que eu vejo, o que eu sinto, o que eu ouço, o que eu vivo e até o que eu gostaria de viver, sem filtros, sem molduras, sem vergonha.
Ela é o fio invisível que costura o ontem ao hoje, fazendo com que, mesmo em meio à correria, a gente pare um instante… só para sentir.